quinta-feira, 30 de julho de 2015

Definição de amor

 Ao contrario do que todos dizem, o amor não é algo passivo, calmo e confortador, onde já se viu querer loucamente uma pessoa e ficar calmo em relação a isso?
 Quando se ama você pensa na pessoa amada todos os dias todas as horas e em todas as circunstâncias. Quando se ama, o desespero por papo é tão grande, que surgem assuntos bestas como "Tu viu a goleada que o Brasil levou da Alemanha?"  ou "Já bebeu água hoje?", e é com essas coisas bestas que o papo flui.
 Quando existe amor, se quer bem não só a pessoa amada, mas também seu próximo e o próximo da pessoa que se ama, quando existe amor as pessoas lutam por ele, e quando a pessoa amada liga, se muda até o jeito de falar, não só a voz, mas a pessoa em si fica mais meiga e doce.
 Quando existe amor, os seres humanos imitam um pavão, querem exibir suas penas coloridas, quando se ama não existe desleixo consigo, quando se ama a vontade de impressionar é tamanha que nem nós mesmos nos reconhecemos.
 Quando existe amor, sobretudo há vida nova, há felicidade nas coisas mais simples, há fidelidade nos atos e até mesmos nas palavras, as mesmas que jamais serão ditas a quem se ama.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

A doçura do verbo sonhar

 Tão bonito, seguro e alegre é o coração de uma criança. A pureza, a ternura que ali habitam. Crianças são a doçura da vida, e elas possuem a doçura de saber amar.
 Nunca ouvi uma criança ferir o coração de alguém com palavras malditas ou fazer pessoas chorarem propositalmente. Nunca vi uma criança passar sequer um único dia sem sorrir
 Como disse um dia Caio F. Abreu "Eu quero a doçura do verbo amar'' , pois hoje eu lhes digo "Eu quero a doçura do verbo sonhar, mas não sonhar com o futuro, mas sonhar como os pequenos. Quero aprender a sonhar com aquilo que um dia eu já fui, quero aprender a sonhar com aquilo que eu dia eu terei"

A dádiva do amor

Muitas vezes escondido num sorriso ácido e irônico, há, bem no fundinho, uma pitada de amor, muitas vezes em gestos feios e palavras pesadas, há um pouco de doçura. Tantas vezes em olhares assassinos há declarações de amor que somente as mais sábias pessoas são capazes de perceber, e de admirar as diferentes formas de se declarar pra alguém que o ser humano inventa.

Hoje, por incrível que parece eu decidi falar de amor, mas não daqueles amores que as pessoas supostamente demonstram todo o tempo, hoje eu vim falar daquele amor bonito, do amor em si, aquele que se prezava no passado. Hoje eu quero admirar aqueles amores que eram tão tímidos que começavam com um sorriso, aquele simples e discreto de domingo a tardezinha depois de ir à sorveteria com os amigos, aquele sorriso delicado, e apaixonante.

Bonito também são aqueles que amam através do olhar, aquele doce e puro, aquele olhar afetuoso e penetrante, o olhar de quem ama, abre mais sorrisos do que qualquer comédia que se vê por ai, o olhar de alguém que ama, penetra, arde e ao mesmo tempo trás a paz que nenhum outro olhar transmite, o olhar de amor transforma não só o dia o momento ou o ano, o olhar de quem ama transforma uma vida inteira.


As formas de amar são inúmeras, mas apenas esse, que é o sentimento mais contagiante do mundo que foi criado do Deus, é capaz de gerar, transformar e irradiar a dadiva mais linda do mundo: A VIDA

Obscuridão de um amor adolescente

O que ninguém jamais saberá é quantas musicas essas meninas ouvem todos os dias pensando no que hoje elas chamam de “crush”, muitas vezes essa paquera não é correspondida (como sempre foi o meu caso) mas eu sempre acreditei no amor, mesmo contudo, mesmo com as dificuldades, eu sempre acreditei na pessoa certa, que ele, ele sim um dia viria e me tiraria desse mundo de obscuridão em que eu me guardei para a ele mesmo.

“Tranquei meu coração em um cofre, e o joguei, junto com as chaves no triangulo das bermudas , onde tudo que cai desaparece” mas essa saída não pareceu muito viável para ele, não pareceu NADA viável para o meu príncipe, ele involuntariamente lutou contra as correntezas e achou a chave de meu coração, o abriu, e partiu, somente me deixou mais uma vez vulnerável ao gelo dos domínios de Poseidon.


Eu jamais acharei brilho maior em outro sorriso, eu jamais irei encontrar novamente, outras orbitas escuras, das quais eu, aos poucos me tornei fã de navegar, eu jamais encontrarei alguém como ele. E então eu me pergunto qual o motivo disso? Será, que um dia, quando Jesus voltar, e unificar os povos nós poderemos ser felizes? Será que é reciproco? Será que vale a pena continuar escutando musicas e pensar num futuro? Onde eu novamente irei encontrar o dono das orbitas escuras que um dia me salvaram da obscuridão de um cofre no fundo do mar.