quarta-feira, 29 de julho de 2015

Obscuridão de um amor adolescente

O que ninguém jamais saberá é quantas musicas essas meninas ouvem todos os dias pensando no que hoje elas chamam de “crush”, muitas vezes essa paquera não é correspondida (como sempre foi o meu caso) mas eu sempre acreditei no amor, mesmo contudo, mesmo com as dificuldades, eu sempre acreditei na pessoa certa, que ele, ele sim um dia viria e me tiraria desse mundo de obscuridão em que eu me guardei para a ele mesmo.

“Tranquei meu coração em um cofre, e o joguei, junto com as chaves no triangulo das bermudas , onde tudo que cai desaparece” mas essa saída não pareceu muito viável para ele, não pareceu NADA viável para o meu príncipe, ele involuntariamente lutou contra as correntezas e achou a chave de meu coração, o abriu, e partiu, somente me deixou mais uma vez vulnerável ao gelo dos domínios de Poseidon.


Eu jamais acharei brilho maior em outro sorriso, eu jamais irei encontrar novamente, outras orbitas escuras, das quais eu, aos poucos me tornei fã de navegar, eu jamais encontrarei alguém como ele. E então eu me pergunto qual o motivo disso? Será, que um dia, quando Jesus voltar, e unificar os povos nós poderemos ser felizes? Será que é reciproco? Será que vale a pena continuar escutando musicas e pensar num futuro? Onde eu novamente irei encontrar o dono das orbitas escuras que um dia me salvaram da obscuridão de um cofre no fundo do mar.

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